13 March, 2019

Gestão Compartilhada avança e integra Sesc e Senac em Goiás

Gestão Compartilhada avança e integra Sesc e Senac em Goiás

Crédito: Fecomércio-GO

Gestão Compartilhada avança e integra Sesc e Senac em Goiás

Um detalhamento da Gestão Compartilhada Sesc/Senac foi apresentado para os gestores das unidades de todo o estado, durante reunião na sede da Fecomércio Goias, realizada no dia 7 de março, na sede da federação, em Goiânia. O projeto, que está em implantação há seis meses, já atingiu um terço das metas e tem como principais características a desburocratização, a economia nos processos e a inovação da gestão.

Ao abrir a solenidade, que lotou o auditório da Federação, o presidente do Sistema Fecomercio-Sesc-Senac-GO, Marcelo Baiocchi, disse que o objetivo do encontro foi alinhar ações e atualizar os coordenadores, gerentes e diretores sobre as etapas da nova configuração que está sendo construída. “Ao propormos esta mudança, sabíamos que não seria fácil executar, porque precisamos passar por uma quebra de paradigma”, recordou, reforçando que trabalha com gestão de resultados.

Baiocchi ressaltou que o processo de compartilhamento de gestão exige um comprometimento dos gestores com o processo, que já mostra avanços, mas que ainda trará muitas outras melhorias. “É preciso entender que agora somos uma única instituição. A ideia é criar uma estrutura forte, que seja perene”, assinalou, sobre o objetivo estratégico de consolidar a unidade do sistema, blindando a oferta de serviços contra crises externas.

O Diretor Regional do Sesc e do Senac em Goiás, Leopoldo Veiga Jardim, ressaltou que o processo de gestão compartilhada é um projeto inovador e que pode ser modelo para unidades de todo o Brasil. “Goiás está saindo na frente nesse processo”, disse

O novo modelo de gestão que integra o Sesc/Senac tem como direcionamentos o compartilhamento das funções administrativas e operacionais; a integração da cúpula estratégica das duas casas; e a responsabilização das unidades pelos resultados de negócios. Em ações de inovação da gestão, pautadas na tecnologia, com redução da estrutura administrativa e economia de insumos, é projetado um ganho de R$ 3 milhões/ano, além de uma consequente melhoria do atendimento e da qualidade do serviço prestados.

 

 

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